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sábado, 23 de julho de 2011

Amy Amy Amy

Através de uma lente azul e de tatuagens irreverentes
Suas lágrimas secavam sozinhas a cada picada
A cada gole a pequena maldita brincava de dona da situação
Uma jovem que não sabia o valor da admiração
Tão cansada de chorar os amores que tecia com sua voz
Certamente seu verdadeiro momento era quando estava entregue a si mesma
Tão entregue, tão solene, enquanto o mundo assistia seu desvanecer lento
Uma guerra tão inglória ocorria nos tablóides, a cobiça por sua fraqueza
Tão forte e tão determinada, sem jamais ferir seu ego
Alimentava-se com vodka e heroína
Ao serelepe acordar desjuava música caribenha em topless
Sua incorrigibilidade era seu traço mais forte
Uma loucura como nenhuma outra marcou as pessoas
A pequena Londrina fez história, sete prêmios
Mas isso não importava, somente a controvérsia importava
Fomos tão famingerados, nossa, tão ingratos!
Mas sua herança jamais será contestada, não pelo jazz!

By: Bruno

3 comentários:

  1. Você Escreve Muito Bruno! Lindissíma Homenagem! *-*

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  2. Bela homenagem, isso define um pouco sobre ela,uma grande perda,voz maravilhosa.:(

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  3. Gostei da homenagem, uma grande musa que não pode conter-se de viver intensamente, acabou por ir cedo.

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