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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Sou poeta...

Ideias vagueiam meu espírito
já se foram 364 dias
é o dia derradeiro
muitas vidas recomeçarão
muitas vidas apenas continuarão
Eu hei de escrever mais e mais
É a minha predileção
Escrevo por todos os dias do ano
Escreverei por todos os dias do ano seguinte
Sem pausa, interrupção, nem cerimônia
Não passarei essa tarefa somente minha
à ninguém, jamais
Até que eu faça a melhor poesia deste mundo
Até que eu me eternize por meio da escrita
Morrerei tentando, e não em vão
Pois é o que faço de melhor
e me sinto vivo com isso
Sou o perseguidor da palavra
Sou o mestre da grafia
Sou humano, sou inseto
Sim, sou uma massa amorfa
Feitora da palavra e feitora do dizer
Sou... poeta

By: Bruno

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O segredo

Havia uma certa casa, que de ínicio parecia assombrosa, tinha um aspecto terrível, fúnebre, mas que depois de reformada, tomou um ar magnífico, uma atmosfera alaranjada estonteante, porém ainda permanecia o mistério por trás de seus habitantes.
Quem e como eram aquelas pessoas que as vezes apareciam nas janelas da casa? Era possível ouvir suas vozes se você prestasse muita atenção nisso, mas ninguém o fazia, devido ao grande medo, pois havia rumores, que estes habitantes guardavam armas, como por exemplo uma terrível foice de aspecto cadavérico, assim como seu usuário, o dito senhor daquela casa, um homem velho de emoções bipolares e inconstantes.
Mais raramente ouvia-se também um tenebroso piano, especialmente em dias chuvosos, onde raios de todos os volumes possíveis caíam sobre as casas, causando os mais inusitados sustos, seguidos de receios constantes devido ao som daquele horror.
Definitivamente, a figura mais mortífera, era a dona da casa, uma mulher com o cabelo totalmente arqueado, que por vezes aparecia com o avental ensanguentado no quintal, porém era só o sangue da carne que ela preparava amorosamente para o resto das pessoas. Mesmo assim, os que a havistavam não deixavam de pensar que fosse uma terrível serial killer devido à completa aparência descuidada de quem fica totalmente à serviço da casa.
Quando não se ouvia os sons medonhos do piano, em dias ensolarados, ouvia-se com mais temor ainda, os gritos histéricos, daquele jovem louco, filho daquele casal mórbido. Era totalmente outro nível de loucura, uma incontrolável fúria tomava o corpo daquele menino com ar inocente, como se o demônio o possuísse deliberadamente. Portas batiam sozinhas, as janelas abriam e fechavam a medida que o ódio crescia naquele corpo pequeno, mas que causava uma enorme discórdia entre todos e inclusive quem presenciava, ficava influenciado por aquela força demoníaca.
Estava claro que aquelas pessoas tinham algo de muito errado, mas ninguém sabia o que ao certo, era um mistério permanente, que latejava nos corações dos vizinhos, que almejavam descobrir a verdade por trás dos rumores que eles mesmos espalharam. A rua toda tinha uma atmosfera amorfa devido àquela casa, o que ela continha era inexplicável e horrível, mas ninguém suspeitava disso.

Continua....

By: BRuno!

Maluquices de uma mente desabitada

Talvez nunca na história da humanidade uma pequena palavrinha poderia revolucionar o dia de uma mulher, encher de emoções bipolares, revoltas, risadas, xingamentos...
Qual poderia ser a causa? Tal figura não se lembrava de como preencher um cheque? Ou talvez quisesse debochar da dignidade da pobre vítima? A resposta pernanece em seu inconsciente estado provocador, nunca saberemos!
A chegada ao banco, esperar numa fila, aparentemente um dia normal de uma pessoa que vai trocar um cheque, apesar de se lembrar que ele fora preenchido de uma maneira um tanto peculiar, mas ignorando este fato, a mulher permanecia confiante, iria tirar dinheiro do marido sovina.
Quando chega sua vez, nós a avistamos, fazendo sinais estranhos, claramente em nervos aflorando, enquanto a atendente desabava-se em risos.
- Me dá este cheque, impaciente a mulher xingava seu louco marido, que nem vive nesta realidade.
Em fúria rasga o cheque, fazendo o riso se espalhar em todos nós, e em seguida liga para o tal e o chama de retardado. Creio eu que foi um dia realmente divertido para aquela atendente, que jamais esperaria encontrar um cheque preenchido "trezentos reais somente", como se o correntista escrevesse um cheque em inglês, que traduzindo seria "three hundred dollar only". Tal humano estivera em uma país de lingua inglesa há mais de vinte e cinco anos! Moral da história, pessoas alienadas não deveriam preencher cheques!

By: Bruno!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Despair

Olho para este céu cinza
não consigo ver mais meus sonhos
é como se minha inspiração estivesse selada
Respiro sôfregamente
a espera do momento certo para fechar os olhos
My heart is a battleground
Minhas mãos trêmulas
já não conseguem segurar
a felicidade que você me mostrou
devo desistir?
perder tudo?
Não posso acreditar
Que o desespero tomou conta
do meu pobre ser...

Como pude não ser perverso
E ser tão injustiçado?
Sinto o peso do mundo em minhas costas
Me pergunto o que há de errado comigo
Mas não chego a uma conclusão
I love my sorrow
Here in the darkness I know myself...

By: Bruno

domingo, 26 de dezembro de 2010

A menina corre
A menina brinca
A mulher traz a cerveja
A faca apunhala
está calor
O piano faz uma melodia agradável
O menino recebe um pedido amoroso
E a outra garota cura-se
Vida vai e vida vem
É um ciclo
Os humanos vivem
intrísecamente atados a seus afazeres
A menina grita
O gato mia
O destino se cumpre
And tomorow begins all again

By: Bruno

sábado, 25 de dezembro de 2010

Ser poeta...

É ser incompreendido em seu próprio mundo
é ser preso num labirinto de palavras estonteantes
é ter o ínfimo gosto pela inadequação à normalidade
Canalizar sentimentos em palavras
Escrever para viver
E para se divertir
É achar a pureza da desolação e
entristecer-se por algo que vezes nem sentiu
É vivenciar somente para colocar no papel
E não se importar com a mente alheia
Só o que escreves importa
E só assim manter-se vivo
Vivemos apenas para morrer
Tudo acaba em morte
Só as palavras encontram a eternidade mundana
O resto perece, mente, corpo, alma...

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Pájaros en la ventana

O vento guia meu pequeno destino ao desconhecido
É uma época em que a felicidade se faz obrigatória
Guio a taça da minha mão até meu lábio cansado
Era só mais um gole, mas o vício clama por minha
saúde
Debilito cada vez mais em nome de uma frustração
inventada
Sim, acredito que nada que eu faço pode chegar até
você
E você ainda vira as costas a um ser como eu...

Miro a los pájaros en la ventana
Son de vários colores
E me os olhos do gato me observam com mais
interesse do que para com os pássaros
Ele deve pensar que é algum tipo de bricandeira
Mas sim, escrevo sobre um sofrimento inabalável
Introspectivo
Meus suspiros cinzas desaparecem cada vez mais
longos e espaçados
Ao menos tengo a lo gato e estos pájaros
Pero tu me hace muy mal...
Longe desse jeito...

By: Bruno

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Le portrait

O que eu guardo no meu coração
Eu nunca tive coragem de mostrar à ninguém
A quoi ça sert, l'amour ?
Se eu não poderia te mostrar?
Mas eu não poderia me arrepender
de carregar bem no meu peito
algo tão inocente
que me rasga
e me deixa tão feliz ao mesmo tempo
Mes chagrins, mes plaisirs
Não são nada comparado ao que sinto
Escondido e sem remorso

Je t'inventerai
Des mots insensés
Não é algo que pode ser compreendido por quem não o sente
Mesmo que eu entenda as cores dos seus olhos
Não significa que entenderás o que tenho em meu coração
Mesmo assim valeria te mostrar algo tão arriscado?
Se você nunca ler isto,
eu pegarei meu corpo vivo e o jogarei fora
On a vu souvent
Sentir algo por alguém
Mas com certeza não é comum
Sentir isso por alguém tão distante
Quero que ouça bem em seu ouvido
Tudo o que tenho para dizer-lhe

Mesmo que eu deixe de existir um dia
Quero carregar um retrato seu
Para que minha alma não seja acompanhada
pela sombra da tristeza
Pu te rencontrer
Je t'aime!
Que deixem este poeminha
L'ombre de ta main
Je ne vais plus parler...

By: Bruno

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Ai


"Simple and clean is the way you make me feel"

Quanto da sua luz foi um dia a luz de uma estrela?
Sua presença mesmo fictícia faz meus medos e mentiras
derreterem
Tudo o que eu tenho não significa nada
Preciso do seu afeto
Meus dias sem manhãs ganham um aspecto novo
Toda vez em que penso em você
Toda vez que vejo sua silhueta em meus sonhos
Você colocou uma luz pura no meu coração enegrecido
É doloroso respirar longe de você
Eu sei que continuo bem,
pois meu coração bate mais constante que antes
Mesmo que minha voz se torne um fraco murmúrio
Por favor não solte este meu coração que você
abraçou com tanto amor...

By: Bruno

domingo, 19 de dezembro de 2010

Doce Lixo humano

Sua foto de família feliz
não passa nem perto da realidade
se odeie
pare de causar tremores nas pessoas
elas só alimentam ódio por você
doce lixo humano
entremeado em perversidade
perdeu suas características humanas
corte seus laços,
rabisque seu rosto daquela foto
essa realidade imunda
o torna insano
doce lixo humano...
se torne um nada por favor?
não consigo entender suas ações distorcidas
com minha mente espiralada por emoções mundanas
você não pode se salvar
caminhe para o fogo
rabisque seu rosto daquela foto
não há nenhuma verdade naquelas gotas negras
que vemos caírem de seus olhos
no fim só existem aquelas memórias podres
que todos nós queimamos
mesmo as que restaram, não são boas
o ódio e o terror gritam juntos
por que você ainda respira?
se odeie
doce lixo humano
desapareça dessa realidade.

By: Bruno

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Demonic chatroom

Sob o ponteiro negro do relógio
Há duas almas conversando
suas auras entrelaçam-se de ódio
e de um sentimento belo
O que é tão belo pode ser tão sujo
Para um a morte lhe concedeu uma subsistência
amorfa
E para outro nada além da sombra do abismo
Mesmo opostas se comportam de forma amigável
Esses seres sem emoção
não derramam coisas como lágrimas
Mas sabem que suas trajetórias são trágicas
A solidão as abraça
Enquanto tento descrevê-las tão solenemente
Tento mostrar-lhes em vão alguma honra
Mas só enxergam morte
Os raios de sol causam-lhes repetidas vertigens
Corrompem o silêncio com suas vozes distorcidas
Uma conversação tão efêmera que chega a ser
transparente
Mesmo minha imaginação sinestésica
Não pode criar alegria alguma
Essas almas não são nada além da personificação dos
meus piores temores
Surgiram quando abandonei minhas asas
E molhei meu coração na languidez deste mundo
Não há luz para mim
Sinto que em breve
Serei envolvido por seus longos e nefastos braços
E dominado por uma alienação síncope
Alimentarei-me da insanidade que eles cultivaram
Por longos anos selados em um lapso atemporal
Agora ressurgem tornando-me ébrio
Seus argumentos eram uma indefinida trama
e o alvo é minha alma e minha mente
Meus olhos não ocultam mais o meu desespero
Nem o amparo da morte há de querer mais uma alma
morba como a minha
Então, sem escolhas
faço parte do plexo desse mundo
Preso no sistema dos humanos.

By: Bruno

Noite Rubra

O chamado da noite rubra ressona em meu peito
Meu coração antes latente vibra voluptosamente
É incessante a vontade de fugir para longe
E ao mesmo tempo para o mais perto da aclamada
noite
Minha mente sente falta do juízo que os humanos
normalmente tem
Não, não sei me comportar como humano mais
Sei escrever coisas alienadoras e me vicio neste hábito
Meus dedos sangram de tanto segurar minha força de
vontade
Ouço vozes que na verdade não existem
Se eu entender as cores desse céu as vozes
cessarão?
Espero impaciente pela tal noite rubra
Fictícia, subconcience
Alucinógena, imortal...
Mas quando virá?

By: Bruno

sábado, 11 de dezembro de 2010

Fuck the silence

I want to make to most nuisance sound
I want to write the most diabolical thing
e eu quero misturar a lingua como ninguém
Para que ninguém entenda
É a cabeça de alguém que bebeu todas
É a cabeça de quem escuta todos falarem
Mas não liga para essas intrigas
Just fuck up the fucking silence
Stupid humans
Que pensam que sabem demais
Mas estão apenas inventando loucuras
Para substituir as da realidade
Preencher o desconhecido com
Noises que inventaram
For what? Do you wanna so much
To be my foe?
Your moma told you not suppose to talk to strangers
yeah!
E a coisa mais trágica é
Que você adora perder seu tempo se comportando
dessa maneira
Enquanto eu estou aqui me divertindo com isso
Fool Human
If you never learn...
I'll meet you in hell!

By: Bruno

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Poema sobre o meu gato Mingau



Anda de canto a canto
o ser mijante
procurando atentamente algo
que ainda não foi alvo
quatro patas e um ávido olhar
percebe logo alguma mudança no ambiente
sua alvura é como o luar, esconde-se da luz
Quando está pronto sai
é quando, na noite rubra acontecem
crimes hediondos
Quando justamente os humanos estão vulneráveis
acontece o horror causado por aquele aparentemente
simples gato branco
que mija e morde impiedosamente, ruidosamente
Sem perdão, sem mágoa, sem cerimônia
Afinal é apenas um gato branco
O que se pode esperar dele além do desconhecido e fastio como as coisas da noite?
Ele é imperceptível como o punhal que fere a carne frágil
Ele é onisciente na noite
o seu território sombrio
Onde só ele é perspicaz
e onde a treva o obedece
Mesmo quando sua louca mãe
tenta em vão o punir por uma mijada indevida
em sua nova sala.

hello my dear... kill me gently...



Preso nesta floresta
Espero pelo dia que a luz do sol brilha por entre a
copa das árvores
as cartas que eu escrevo contém rabiscos ilegíveis
quero que sua presença desperte minha mente
ela está visívelmente dormente
meus passos são lentos nesta terra incolor
não quero me apegar a nada daqui
estou terrívelmente incomodado por sons que eu
descartei tão desgostosamente
toda vez que atinjo a fronteira desse lugar
sou arrastado violentamente para o seu centro
como se eu devesse começar tudo novamente
Para que tantos lamentos se eu tenho tantas chances
para recomeçar?
Minha alma abandonada clama por você nesta densa
floresta
Toda vez que eu ingerir a água deste lago carmesim
eu lembrarei das vezes que eu morri por você
Mesmo que eu não sinta mais agora
Meu corpo latente pode sentir sua respiração fria
Uma tranquilidade vazia flui através de mim
Se eu ainda respiro é porque eu tenho que te ver uma
última vez
ainda tenho o objetivo de colecionar mais uma vez
palavras pronunciadas por seus lábios incansáveis...

Minha gata Verinha



gosta de empinar pipa

domingo, 5 de dezembro de 2010

Remote Past

Sinto o seu cheiro
Naquela memória fastia
Que eu criei apenas por estar tão alienado
a realidade é que nunca nem tinha experimentado
o carmesim do seu sangue
Só observava de longe seus olhos azuis como o
longínquo oceano
Ahh como eu queria afundar minha alma naquele mágico
mar
Encostar minha pele à sua
Sem medo
Sem me sentir constrangido
Mas tudo não passou de um sonho alimentado
um devaneio horroroso hoje, mas brilhante no passado
Se apenas não fosse uma questão de opinião
Poderíamos nós ter sido felizes juntos?
Eu adimiraria todos os dias seu sorriso sem jamais
piscar
Nem preciso me lembrar a cada dia que aquilo foi uma
ilusão acometida de fora para dentro da minha mente
Algo não planejado, assintomático
Eu caminhava entre sombras e o teu olhar indefinido
Sem escolher qual eu queria
Apenas iludido por tudo...

Ao meu redor

Há algumas árvores sem folhas
elas são secas como o vento que levou suas folhas
Ninguém se importa com isso
o fato de eu ter fitado esta cena
Não muda muita coisa no músculo palpitante sob o meu peito
As pessoas não acreditam mais em um céu límpido e azul como a água
Não ouço sua voz no ruido da chuva
que cai inundando nosso ambiente
A correnteza leva seu coração para longe das minhas mãos
Como eu vou saber sobre a origem desse sentimento agora?
Minha mente enevoa-se de confusão
Nem entendo o que escrevo
Nem sobrou razão alguma para isso
Vivo apenas de recordar este passado
Aquelas árvores secas, aquela brisa calma
E aquela chuva incasável...

By: Bruno

sábado, 4 de dezembro de 2010

Ilusão

Teus olhos tão puros como cristais
fitam uma memória de outro tipo
Minha imaginaçãp criara algo formidável
que jamais existiu
Mas tem a graça de ser uma bela estória
que teus ouvidos escutaram tão atentos
Cada passo que eu dei
adentrando na escuridão duvidosa
foi para que esta estória fosse mais e mais perfeita
Um amor sem defeitos
Inocente como os desejos de uma criança
Minha tez úmida de lágrimas dos mais líricos devaneios
seca aos poucos
Minhas gesticulações são observadas atentamente
Locutor e ouvinte agindo simultaneamente
Uma é o personagem principal e a outra idealizada
como o grande amor
Doce amor maior que a vida e conquistador até da
sombra da morte
Existe apenas para que essa ilusão fosse criada
Materializada em forma lírica
Une-se à realidade
Extermina graciosamente a deprimência e o tédio mortal
da vida...

By: Bruno

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010



Eu ri...

Eu Suponho...

Que um riso sincero ainda exista
alguém que eu nunca vi
irá satisfazer meu pequeno desejo
Como seria esta suposição
se não fosse uma utopia distante?
Seria uma nova sensação
Mas em prática é tão impossível
Quando uma graúna voar sobre os prédios
de uma grande cidade
Bom... deixemos a ave em sua floresta
É estranho, pois nem tenho um pequeno desejo
Todos os meus projetos são arrogantes e ébrios
Nenhum som ou palavra seria satisfatória
Haveria sempre a obcessão por mais
até a pessoa ser apagada como uma pequena luz
É tão dificil pensar que uma pequena ação
Despertaria um fragmento de felicidade no coração de alguém, sem que esse alguém se contentasse com apenas isso...
Encare a tristeza do mundo com uma pureza disfarçada
e ainda assim sairá machucado
Ninguém sai ganhando no fim
Não importa que escolhas faça
Depender de algo esquisito como a sorte
É simplesmente um devaneio deprimente...

By: Bruno