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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Psicologia da inércia


No embotamento crasso dos meus sentidos
A incógnita psique que me sabotou a cognição
Evidencia pingando seu morno sustenido
Na convulsiva distorção da minha encefálica vibração

A inexperiência dos meus vocábulos,
A absorção livre associativa dos difusos relevos,
Lapsos que me perquirem o quanto eu ainda devo
Frente à labiríntica intromissão a que me atrevo

O histerismo danado que me tortura
Semeia o plasmático assombro
Que carrego em meu hirto ombro

Sobre a afetação das minhas próprias limitações
Eis que percebo a minha síncope mnemose
Tentando abstrair estes ignotos fonemas por osmose!

Um comentário:

  1. Passei por aqui lendo, e, em visita ao seu blog.
    Eu também tenho um, só que muito simples.
    Estou lhe convidando a visitar-me, e, se possível seguirmos juntos por eles, e, com eles. Sempre gostei de escrever, expor as minhas idéias e compartilhar com as pessoas, independente da classe Social, do Credo Religioso, da Opção Sexual, ou, da Etnia.
    Para mim, o que vai interessar é o nosso intercâmbio de idéias, e, de pensamentos.
    Estou lá, no meu Espaço Simplório, esperando por você.
    E, eu, já estou Seguindo o seu blog.
    Força, Paz, Amizade e Alegria
    Para você, um abraço do Brasil.
    http://josemariacostaescreveu.blogspot.com



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