Tudo o que desejamos vira lixo quando tocamos
entre essa realidade e o meu ideal
há apenas o desejo de realizar
as façanhas de um coração manchado
nem saberei por onde começar
mas a ganância pulsa junto com a escuridão neste coração...
Será que gostarei desse novo eu que surgirá
qual será o próximo desejo quando este se tornar um lixo?
By Bruno
domingo, 16 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
Kouga Ninpou Chou - Abertura do Basilisk
O acúmolo de nuvens enconbre
a noite na qual a lua minguante ligeiramente oscila.
A armadilha cruel prende o par de jovens pássaros
ah.o sentimento ardente ainda habita o seu coração
Gentil como a água,simples como uma flor,
e apaixonado com honra.
Minhas lágrimas estão destinadas a escorrer,
mesmo que eu tente impedir,
Elas ainda me lembram você.
Por: Onmyouza
a noite na qual a lua minguante ligeiramente oscila.
A armadilha cruel prende o par de jovens pássaros
ah.o sentimento ardente ainda habita o seu coração
Gentil como a água,simples como uma flor,
e apaixonado com honra.
Minhas lágrimas estão destinadas a escorrer,
mesmo que eu tente impedir,
Elas ainda me lembram você.
Por: Onmyouza
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Glaring Dream
O sussurro que se dissolve na agitada multidão
Faz com que as memórias se espalhem e manchem meus pés
O calor da rua em que eu caminho e me perco, cegando-me de um jeito único
Me ilumina friamente e me congela
Os tempos frios fazem com que os sonhos caiam como chuva
E escorreguem entre os meus dedos
Quando eu acordei desses incontáveis desejos
Você estava refletido em uma brilhante ilusão:
A silhueta cujo fraco sorriso me dá forças pra continuar
As palavras que tenho para te dizer estão caindo numa rotina sem sombras
É como se eu falasse comigo mesmo
Mesmo com os dedos tremendo, eu agarro esses sonhos
E mesmo sem encostar neles, eles acabam se despedaçando
Até mesmo certas coisas não são de confiança:
Se eu acreditar em algo, poderei estar com você novamente?
Está desaparecendo, a silhueta daquele dia
Nessa vida de inverno, olhando para essa pálida e morta estação
Eu, que já não estou mais de pé, fui levado embora
O vento sopra, fazendo com que isso seja deixado para trás
Até as saudades estão crescendo paralisadas pelo frio do meu coração
Os tempos frios correm nos nossos sonhos, mas são pegos em suas mãos
Quando eu acordei desses incontáveis desejos
Você estava refletido em uma brilhante ilusão:
A silhueta cujo fraco sorriso me dá forças pra continuar
Por Kotani Kinya, Glaring Dream
Faz com que as memórias se espalhem e manchem meus pés
O calor da rua em que eu caminho e me perco, cegando-me de um jeito único
Me ilumina friamente e me congela
Os tempos frios fazem com que os sonhos caiam como chuva
E escorreguem entre os meus dedos
Quando eu acordei desses incontáveis desejos
Você estava refletido em uma brilhante ilusão:
A silhueta cujo fraco sorriso me dá forças pra continuar
As palavras que tenho para te dizer estão caindo numa rotina sem sombras
É como se eu falasse comigo mesmo
Mesmo com os dedos tremendo, eu agarro esses sonhos
E mesmo sem encostar neles, eles acabam se despedaçando
Até mesmo certas coisas não são de confiança:
Se eu acreditar em algo, poderei estar com você novamente?
Está desaparecendo, a silhueta daquele dia
Nessa vida de inverno, olhando para essa pálida e morta estação
Eu, que já não estou mais de pé, fui levado embora
O vento sopra, fazendo com que isso seja deixado para trás
Até as saudades estão crescendo paralisadas pelo frio do meu coração
Os tempos frios correm nos nossos sonhos, mas são pegos em suas mãos
Quando eu acordei desses incontáveis desejos
Você estava refletido em uma brilhante ilusão:
A silhueta cujo fraco sorriso me dá forças pra continuar
Por Kotani Kinya, Glaring Dream
terça-feira, 4 de maio de 2010
Koe
Se você ainda estiver vivo, sob o mar
Cortarei ambas minhas pernas e me tornarei um peixe
Se você chegar perto o bastante de mim para cair nas profundezas
Me tornarei uma sombra, perambulando na escuridão sem fim
Livremente indo a deriva do ar, minha vislumbrante neblina,
Apenas lembro dos dias que não foram concedidos a nós
Você não está aqui
E sei disso, eu sei disso...
Nascendo, nascendo o sol
Purifica este lugar
O selo esculpido em azul
É levado embora pelo quente, quente vento...
Se estas palavras jamais te alcançarem
Vou pegar meu corpo vivo, e joga-lo fora
O agora, que apagou as minhas vivas feridas
As suas emoções, que roubaram tudo
Eu as cobicei, eu as procurei
Ainda que elas fossem ilusões
Desaparecendo, desaparecendo, seu calor
Me segue até este lugar
Seus braços que poderiam limpar até mesmo punições...
Eu quero dormir embraçada entre eles
Nascendo, nascendo o sol
Purifica este lugar
Seus braços que poderiam limpar até mesmo punições...
Eu quero dormir embraçada entre eles
Desaparecendo, desaparecendo, seu calor
Me segue até este lugar
O selo esculpido em azul
É levado embora pelo quente, quente vento...
Os estilhaços das memórias estão sendo arrancados
Os furos que se acumulam em mim não são o bastante
Estou esquecendo - está obscurececndo-
Sua voz desaparece na gritaria
Estão sendo arrancadas, estão caindo
Os furos que me ocupam não são o bastante
Sem deixar rastros - estou esquecendo
Sua voz está se tornando a gritaria.
Tsukiko Amano, Koe
Cortarei ambas minhas pernas e me tornarei um peixe
Se você chegar perto o bastante de mim para cair nas profundezas
Me tornarei uma sombra, perambulando na escuridão sem fim
Livremente indo a deriva do ar, minha vislumbrante neblina,
Apenas lembro dos dias que não foram concedidos a nós
Você não está aqui
E sei disso, eu sei disso...
Nascendo, nascendo o sol
Purifica este lugar
O selo esculpido em azul
É levado embora pelo quente, quente vento...
Se estas palavras jamais te alcançarem
Vou pegar meu corpo vivo, e joga-lo fora
O agora, que apagou as minhas vivas feridas
As suas emoções, que roubaram tudo
Eu as cobicei, eu as procurei
Ainda que elas fossem ilusões
Desaparecendo, desaparecendo, seu calor
Me segue até este lugar
Seus braços que poderiam limpar até mesmo punições...
Eu quero dormir embraçada entre eles
Nascendo, nascendo o sol
Purifica este lugar
Seus braços que poderiam limpar até mesmo punições...
Eu quero dormir embraçada entre eles
Desaparecendo, desaparecendo, seu calor
Me segue até este lugar
O selo esculpido em azul
É levado embora pelo quente, quente vento...
Os estilhaços das memórias estão sendo arrancados
Os furos que se acumulam em mim não são o bastante
Estou esquecendo - está obscurececndo-
Sua voz desaparece na gritaria
Estão sendo arrancadas, estão caindo
Os furos que me ocupam não são o bastante
Sem deixar rastros - estou esquecendo
Sua voz está se tornando a gritaria.
Tsukiko Amano, Koe
O que Diz a Morte
Deixai-os vir a mim, os que lidaram;
Deixai-os vir a mim, os que padecem;
E os que cheios de mágoa e tédio encaram
As próprias obras vãs, de que escarnecem...
Em mim, os Sofrimentos que não saram,
Paixão, Dúvida e Mal, se desvanecem.
As torrentes da Dor, que nunca param,
Como num mar, em mim desaparecem. -
Assim a Morte diz. Verbo velado,
Silencioso intérprete sagrado
Das cousas invisíveis, muda e fria,
É, na sua mudez, mais retumbante
Que o clamoroso mar; mais rutilante,
Na sua noite, do que a luz do dia.
Antero de Quental, in "Sonetos"
Deixai-os vir a mim, os que padecem;
E os que cheios de mágoa e tédio encaram
As próprias obras vãs, de que escarnecem...
Em mim, os Sofrimentos que não saram,
Paixão, Dúvida e Mal, se desvanecem.
As torrentes da Dor, que nunca param,
Como num mar, em mim desaparecem. -
Assim a Morte diz. Verbo velado,
Silencioso intérprete sagrado
Das cousas invisíveis, muda e fria,
É, na sua mudez, mais retumbante
Que o clamoroso mar; mais rutilante,
Na sua noite, do que a luz do dia.
Antero de Quental, in "Sonetos"
sábado, 1 de maio de 2010
Novo começo com novas postagens! (novo ânimo)
Correntes
Estou preso neste mundo
algo me puxa pra baixo
me afundo em sentimentos confusos
mas a sensação não me é estranha
eu te vejo dormir
e tudo o que temo passa a não significar nada
você é como uma corrente
que não deixa o que sobrou de mim afundar de vez
você me ensinou a ver o nada com um tudo
e assim poder prosseguir
com o que sobrou de mim
Por favor me prenda mais forte,
pois sinto que logo
essa corrente se romperá
e todos os meus medos voltarão
faça com que tudo se torne nada,
faça com o que meus olhos parem
de desprender gotas de tristeza
pois eu não tenho nada a que me apegar
tudo o que sobrou foi você
e essas correntes que prendem o resto de mim aqui!
By: Bruno
Estou preso neste mundo
algo me puxa pra baixo
me afundo em sentimentos confusos
mas a sensação não me é estranha
eu te vejo dormir
e tudo o que temo passa a não significar nada
você é como uma corrente
que não deixa o que sobrou de mim afundar de vez
você me ensinou a ver o nada com um tudo
e assim poder prosseguir
com o que sobrou de mim
Por favor me prenda mais forte,
pois sinto que logo
essa corrente se romperá
e todos os meus medos voltarão
faça com que tudo se torne nada,
faça com o que meus olhos parem
de desprender gotas de tristeza
pois eu não tenho nada a que me apegar
tudo o que sobrou foi você
e essas correntes que prendem o resto de mim aqui!
By: Bruno
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Esparsa ao desconcerto do mundo
Os bons vi sempre passar
no mundo graves tormentos
e, para mais me espantar,
os maus vi sempre nadar
em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
o bem tão mal ordenado,
Assim que só para mim
anda o mundo concertado.
Camões é demais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
no mundo graves tormentos
e, para mais me espantar,
os maus vi sempre nadar
em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
o bem tão mal ordenado,
Assim que só para mim
anda o mundo concertado.
Camões é demais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Shinigami no Ballad
Subtítulo: Momo the girl god of Death (Momo a garota deusa da morte)
Escrito por K-Ske Hasegawa, conta a história de uma Shinigami Branca e seu gato Daniel (ele pode falar, que interfere no mundo dos humanos por ser sentimental, quando estes têm algum remorso para com aqueles que ficaram.
A série tem 6 episódios ao todo, cujos nomes são:
1. Sua voz
2. Um dia como um peixe
3. Além da luz
4. A mágica do outono
5. O brilho de uma libélula
6. Jornada do coração
Escrito por K-Ske Hasegawa, conta a história de uma Shinigami Branca e seu gato Daniel (ele pode falar, que interfere no mundo dos humanos por ser sentimental, quando estes têm algum remorso para com aqueles que ficaram.
A série tem 6 episódios ao todo, cujos nomes são:
1. Sua voz
2. Um dia como um peixe
3. Além da luz
4. A mágica do outono
5. O brilho de uma libélula
6. Jornada do coração
Assinar:
Postagens (Atom)
