The manor of the forgotten tales
Welcome to my cursed poetry!
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As Pinturas Malditas
Queda Livre
Constelações
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quarta-feira, 31 de julho de 2013
O cotidiano do quintal
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Joguei minhas rimas no quintal E elas resvalaram para o fogo Que aturde a paz morna e vegetal Das coisas que rastejavam; -Besti...
domingo, 28 de julho de 2013
Soneto da vida urbana
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As nuvens que cegam o sol evasivo do entardecer Me despejam sua lâmina de água desnuda, Lembranças pensadas se fundem mudas Com memór...
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Teus pés
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Lívidos, quentes e de laborioso aspecto Pés imaginados por delírios vagos Vindos do mistério da carne e do afeto Que és tu, que meus ...
Soneto egomaníaco
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Respiro entre meus dons confusos A magia tecnológica da computação Capital da moderna alienação, Que contunde meus sentidos em profus...
terça-feira, 23 de julho de 2013
Pretérito, te deixo!
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Pretérito indefinido, te deixo para trás! A bailar, em meu céu fictício, Lanço-me à vida, em louco lilás, Não mais me ocupo, tenho es...
quarta-feira, 17 de julho de 2013
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Choro, acabo molhando a minha eternidade, sobre essa tal maldade ainda morro pensando. By: Bruno
Sumiço
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Teu corpo de gato canta o escuro Que ressona uma lua madura e pronta Para receber tua forma infinita de mundo Metáfora perdida que col...
Um comentário:
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Ballade für meinen Jungen
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Rosto comprido, noviço e pele tão macia Quanto a bruma de inverno que me esfria, Dialética alemã que eu sigo e que me agrada Traço te...
À ti.
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Queria morar para sempre neste teu olhar que me desenha Nestes teus dedos que me carregam como brinquedo Dar voltas no contorno dos traços...
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Intoxicação
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Com seus olhos, me você me intoxicou, Minha doce flor de olhos venenosos Em seus detalhes, me alinhavo em emboscadas, Minha prote...
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